Conteúdo programático
minicursos

Escrita Científica
Dr. Thiago Izzo
O que é ciência. Falácias científicas. Pseudociência e como combatê-la. Como escrever um artigo, por partes. Dicas, sugestões e padrões em comunicação. IA.
Manejo integrado de bancos de dados de biodiversidade
Dr. Thadeu Sobral - UFMT
Me. Afonso Kempner - UFMT
ma. Geovana Oliveira - UFMT
O minicurso abordará os principais conceitos e práticas relacionadas à obtenção, integração e curadoria de dados de biodiversidade utilizados em estudos ecológicos, biogeográficos e de conservação. Inicialmente serão apresentados os principais tipos de dados utilizados em pesquisas sobre biodiversidade, como registros de ocorrência de espécies, dados de distribuição e informações biológicas associadas aos organismos, bem como suas aplicações em estudos de padrões de diversidade, distribuição de espécies e identificação de lacunas de conhecimento.
Nesse contexto, também será introduzida uma breve noção de Sistemas de Informação Geográfica (SIG), destacando a importância da informação espacial na organização, integração e interpretação de dados de biodiversidade. Em seguida, serão discutidas estratégias para busca e obtenção de dados em repositórios públicos, com apresentação de plataformas amplamente utilizadas pela comunidade científica, como GBIF, speciesLink e iNaturalist, destacando suas características, potencialidades e limitações. O minicurso também abordará as principais etapas de curadoria e preparação dos dados, incluindo organização, padronização, filtragem e limpeza de registros provenientes de diferentes fontes. Serão discutidos problemas comuns em bancos de dados de biodiversidade, como erros taxonômicos, inconsistências geográficas e vieses de amostragem, além de estratégias para minimizar esses problemas. Ao final, os participantes terão contato com fluxos básicos de integração de dados provenientes de diferentes bases, compreendendo como estruturar conjuntos de dados mais consistentes e adequados para análises ecológicas e biogeográficas.
Protocolos mínimos do programa MONITORA: plantas lenhosas, borboletas frugívoras, aves e mamíferos
Dr. Milton Omar Cordova - UFMT
Dr. Rafael Rabelo - Instituto Mamirauá
Dr. Tomaz de Melo - WildMon
Dra. Clarissa Rosa - INPA
Será apresentada uma introdução teórica ao sistema RAPELD, abordando seus princípios de padronização amostral, organização de módulos de pesquisa e sua importância para estudos ecológicos de longa duração e monitoramento da biodiversidade. Também será feita uma contextualização sobre ecologia e monitoramento de mamíferos e borboletas, destacando sua importância como grupos indicadores e principais métodos de amostragem.
Por fim, serão abordados os seguintes tópicos quanto ao protocolo de plantas lenhosas: Introdução aos protocolos básicos do Projeto Monitora – ICMBio; Protocolo Básico de Monitoramento de Plantas Lenhosas – Componente Florestal; Unidades amostrais (Cruz de Malta) e estações amostrais. Localização e implementação; Tipos de plantas monitoradas. Hábitos de crescimento e principais famílias; Coleta de dados de estrutura e identificação de indivíduos; Organização e análises dados; Protocolo Avançado de Monitoramento de Plantas Lenhosas – Coleta, identificação e registro em herbário das espécies monitoradas. Na segunda manhã será realizada uma atividade prática em campo, na qual os participantes terão contato com procedimentos utilizados em monitoramento de biodiversidade. Serão apresentados exemplos de métodos utilizados para registro de mamíferos (armadilhas fotográficas) e de borboletas (armadilhas e puçá), discutindo também aspectos de padronização de coleta de dados e monitoramento, além do método de Cruz de Malta (previamente instalada) para a amostragem de plantas lenhosas.
Explorando a diversidade fúngica Amazônica: Métodos e aplicações
Dra. Flávia Barbosa - UFMT
Luiz Scatola - UFMT
Conceito de fungos. Características gerais: Organização celular (eucariontes); Hifas, micélio e estruturas reprodutivas. Diferenças entre fungos, plantas e bactérias. Principais Filos do Reino Fungi. Importância ecológica e econômica. Potencial biotecnológico da Amazônia. Métodos de coleta em campo. Métodos de coleta em laboratório
Nematoides do solo: Fitoparasitas benéficos e sua importância no agroecossistema
Dra. Kethelin Cristine Oliveira - UNEMAT
Dr. Jessé Valentim dos Santos - UFMT
O minicurso abordará conceitos fundamentais sobre a nematofauna do solo, com ênfase nos nematoides fitoparasitas de importância agrícola e nos nematoides de vida livre como bioindicadores da qualidade do solo. Dia 1 – Teórico: Introdução à nematologia: morfologia, classificação e ecologia dos nematoides do solo; Principais grupos de nematoides fitoparasitas (ex.: Meloidogyne, Pratylenchus, Heterodera, Helicotylenchus): identificação, ciclo de vida e danos às culturas;
Sintomatologia em plantas e raízes; Métodos de manejo e controle: práticas culturais, controle biológico e manejo integrado; Nematoides de vida livre: grupos tróficos, funções ecológicas e uso como bioindicadores da qualidade do solo. Dia 2 – Prático: Técnicas de coleta de solo e raízes em campo; Extração de nematoides pelo método de peneiramento, decantação e flotação em sacarose; Preparação de amostras para análise; Montagem de lâminas; Observação e identificação de nematoides em microscópio; Interpretação básica dos resultados com foco em diagnóstico e manejo.
Tenho dados da minha pesquisa no Excel... E agora? A mágica da transformação de números em gráficos elegantes no R
Dr. Rafael Arruda - UFMT
Neste curso a proposta é introduzir as etapas de visualização de dados e análise de forma o mais intuitiva possível. A proposta não é “adestrar” os participantes no uso das análises estatísticas, mas de modo básico apresentar ferramental para que possam perceber a relevância da etapa de visualização de dados ser anterior ao processo. Desta forma, ao buscarem o programa R (ou qualquer outro programa), primeiro pensem em formatar os gráficos, para poder interpretar os resultados, e na etapa seguinte poder analisar seus dados de forma mais acertada já com possíveis conclusões em mente.
Não é necessário aos participantes conhecer profundamente estatística ou o programa R, mas é esperado que já tenham alguma experiência básica em delinear sua pesquisa, como por exemplo, coletar os dados corretamente. Este curso servirá de apoio para os participantes decidirem usar e interpretar os resultados obtidos com o auxílio do software R, caso já tenham interesse neste programa, ou em qualquer outro, desde que seja sempre realizada na sequência as etapas de visualização primeiro e análise depois.
Fotografia básica e científica
Dra. Larissa Cavalheiro - UFMT
João Pedro Thomaz do Amaral - UFMT
Fundamentos da fotografia: Teoria (documentação/ microscopia/ macro/ campo); Conceitos básicos (exposição/ foco/ balanço). Equipamentos e configuração: Tipos de câmeras e lentes acessórios; Configuração ideal a situação (laboratório/ campo/ objetos pequenos). Fotografia em ambiente científico: Prática; Padronização de imagens, como fotografar? Uso de escalas; Controle de reflexo e sombras; Fundos ideais.
Fotografia de campo: Fotografia de fauna e flora; Técnicas de registro; Uso de luz natural; Cuidados éticos. Macro e Detalhamento: Fotografia macro; Técnicas de foco e estabilização; Composição. Pós-processamento Científico: Softwares básicos; Padronização de cor; Inserção de marca e escala. Aplicação científica: Fotografia para artigos científicos; Relatórios técnicos; Metadados; Nomenclatura de arquivos.
Para que sua mente formigue: diversidade de formigas, de métodos e dos múltiplos horizontes da ciência na Amazônia
Dr. Ricardo Eduardo Vicente - INPA
Ma. Eliani Dombroski - UFMT
O curso apresenta os fundamentos da mirmecologia, destacando a importância do estudo das formigas, sua diversidade nos biomas brasileiros, com ênfase na Amazônia, e aspectos básicos de morfologia, taxonomia e história de vida. Também aborda técnicas de amostragem, identificação e curadoria, enfatizando que esses métodos são amplamente aplicáveis a outros grupos de artrópodes. Por fim, explora o papel das formigas em interações ecológicas e no monitoramento da biodiversidade, convidando participantes interessados em ecologia e entomologia a se engajarem no minicurso.
Edição de material didático no software Canva
Ma. Brenda Diniz - UFMT
Este minicurso tem como objetivo capacitar os participantes na produção de materiais didáticos utilizando o software Canva, explorando seus principais recursos de forma prática e acessível. Serão abordados conceitos introdutórios, escolha de ferramentas adequadas, utilização de atalhos, criação de apresentações, inserção de áudios e vídeos, além de atividades práticas para desenvolvimento de materiais educacionais.
Técnicas aplicadas à preparação de material para coleções de vertebrados
Importância das coleções; Origem do material e registro; Abordagem teórica sobre as principais técnicas de preparação; e aulas práticas.
Dra. Elaine Dione da Conceição - UFMT
Christian Gabriel da Silva - UFMT
Ana Julia Dias Piva - UFMT
Capacitação de inventário com uso do LIDAR
Ma. Sâmia Letícia Reolon da Cruz - INPA
Introdução ao LiDAR: conceito, aplicações em ecologia e florestas, vantagens em relação a métodos tradicionais. Tipos de LiDAR: TLS (terrestre – modelo bidimensional e tridimensional), ALS (aerotransportado) e UAV(drone) - (ênfase em TLS - bidimensional). Funcionamento do LiDAR: emissão de pulsos laser, tempo de retorno, interação com a vegetação.
Componentes do TLS: sensor, bateria, computador, suporte e cabos. Dados gerados: nuvem de pontos, estrutura dos dados e interpretação básica. Métricas derivadas: altura do dossel (CHM), LAI, LAD, gap fraction. Pós-processamento: conversão para formato .asc e introdução ao fluxo de análise em R. Interpretação dos dados: estrutura de tabelas, principais variáveis e leitura ecológica. Aplicações ecológicas: estrutura da vegetação, biodiversidade e integração com outros grupos de fauna.
Atividade prática: Revisão dos conceitos teóricos; Apresentação do equipamento LiDAR e cuidados no uso; Configuração e planejamento da coleta; Coleta de dados em campo com participação dos alunos; Uso de GPS para marcação de pontos; Caracterização do ambiente: estrutura da vegetação, abertura do dossel, relevo e observações ecológicas; Discussão dos dados coletados e interpretação inicial.
Ciência Cidadã e o uso de aplicativos para o levantamento da biodiversidade
Dra. Liliane Stedile de Matos - UFMT
Histórico do surgimento da Ciência Cidadã no Brasil e no mundo; Definições e níveis de Ciência Cidadã; Ciência Cidadã no Brasil – Plataforma Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira-SiBBr; Ferramentas tecnológicas utilizadas na Ciência Cidadã; Plataforma iNaturalist e bioblitz (teoria e prática).
Técnicas básicas de combate a incêndio florestal
Organização de material; Organização de pessoal; Teoria básica de combate a incêndio florestal; Atividade prática.
4º Batalhão Bombeiro Militar - Sinop
Técnicas básicas de arvorismo
4º Batalhão Bombeiro Militar - Sinop
Segurança em escalada em árvores; Nós e amarrações; Técnicas de ascensão; Técnicas de descensão; Atividade prática.
